domingo, 30 de maio de 2010

Participação no chat !

Olá pessoal tendo responder a proposta que a professora Giliane nos colocou para o blog “Para os que participaram dos chats, estimula-se também a discussão sobre como funcionam as interações através de uma ferramenta como o chat e que estratégias podem ser utilizadas quando ocorrerem problemas em tais ferramentas.”, eu faço algumas considerações.

Bom, para mim que consegui participar do chat, posso dizer que foi uma experiência nova. Diferentemente de conversar no MSN, apesar de também se constituir em uma ferramenta de chat, o chat que fizemos na disciplina foi bem diferente, pois nós tínhamos a missão de discutir sobre a temática proposta. Então, nossa conversa convergia para a discussão da temática, ou pelo menos foi a nossa tentativa. Interagimos dentro das nossas possibilidades, pois ficou um tanto divido o grupo em focos diferentes, pois eram muitas mensagens para ler e conseguir responder em tempo real, para tal escolhíamos qual responder e ficávamos um tanto impossibilitados de participar de todos os enfoques que estavam sendo discutidos. Também percebi que para realizar as discussões necessitávamos estar bem fundamentados teoricamente, estudar, pesquisar, antes de entrar no chat, pois simultaneamente tornava-se inviável tal procedimento. Nós conseguimos construir interações calcadas neste processo, pois cada um colaborou com que havia entendido e assim nós podemos dialogar e trocar experiências, informações, conhecimentos. Assim, a principal interação ocorreu, principalmente para mim, pois foi o meu primeiro contato mais próximo aos colegas, a possibilidade de conhecê-los um pouco mais, saber sobre suas aprendizagens, seus conhecimentos, suas opiniões. Aprendi sobre muitos assuntos com meus colegas, conheci sobre o Plan – Ceibal do Uruguai que não conhecia ainda.

Deste modo, acredito que conseguimos utilizar algumas das potencialidades do chat, pois Segundo Primo (2001), devido à velocidade de intercambio das mensagens textuais, os chats tornam-se um palco privilegiado de interações, no qual pode haver diálogos de alta intensidade, bem como a aproximação em tempo real de interagentes sem qualquer necessidade de proximidade física, e acredito que foi, com algumas dificuldades, claro, o que tentamos e conseguimos realizar no dia da nossa atividade.

Finalizo assim, com as estratégias que podem ser utilizadas quando ocorrerem problemas em tais ferramentas como chat, assim como ocorreu em nosso, pois ficamos sem a participação dos professores e tutores para nos mediar, devido a problemas técnicos do sistema, acredito que uma delas poderia ter sido um fórum com a exploração posterior daquela conversa que conseguimos realizar. Acredito que poderíamos ter analisado tal participação na perspectiva de aprofundar certos conceitos que explicitamos lá e também na possibilidade de termos junto a mediação dos professores e tutores para nos ajudar a evoluir nas discussões e construir aspectos quem sabe até de referentes a pesquisa de como funciona a ferramenta do chat e como podemos explorá-la em suas diversas potencialidades, otimizando assim o nosso aprendizado.

Abraço Talita!

Referências:

PRIMO, Alex Fernando Teixeira. Ferramentas de interação em ambientes educacionais mediados por computador. Educação, v. XXIV, n. 44, p. 127-149, 2001. Disponível em:http://www.pesquisando.atravesda.net/ferramentas_interacao.pdf Acessado em: 30 de maio de 2010.


Quais estratégias devem ser adotadas para se conseguir uma melhor interação e colaboração entre os participantes, através de ambientes ou ferramentas

A meu entender, o texto Comunidades virtuais: construindo o conhecimento através da interação, das autoras Favero e Tarouco (2008), deixa bastante claro a sua posição em relação às estratégias que podem ser adotadas para potencializar a interação que ocorre entre participantes de ambientes virtuais de aprendizagem.

As autoras primeiramente discutem sobre a geração de conhecimento se dar justamente através da possibilidade de diálogo entre os participantes de AVA. Mas, diálogo entendido, na visão de Paulo Freire, como a possibilidade de construir conhecimentos e discussões que tragam para os sujeitos envolvidos, conteúdos que sejam significativos a sua aprendizagem e crescimento intelectual, e não como uma simples conversa que não transforma ou altera a individualidade de cada um, muito menos a relação que eles constroem a partir do momento que decidem partilhar junto o conhecimento. Deste modo, conforme afirma Vygotsky (1994) o ser humano constituí-se enquanto tal na sua relação com o outro social, na relação que ele estabelece com o mundo e com os instrumentos que nele encontram-se disponíveis para que haja compreensão da evolução do homem no meio social e cultural. Os indivíduos necessitam da presença de outros indivíduos para que possam evoluir em sua aprendizagem e tornarem-se seres cada vez mais complexos cognitivamente. Assim, acredita-se que o diálogo seja a fonte mais importante para que os indivíduos possam se relacionar e construir juntos as possibilidades de ampliar, modificar, reorganizar as suas aprendizagens e conhecimentos.

Sendo assim, as autoras definem que para que possa ocorrer o verdadeiro diálogo entre os participantes dos AVA (alunos, tutores e professores) todos necessitam estar engajados no processo de ensino-aprendizagem. Os alunos, por exemplo, tem de se sentirem seguros da presença de seus colegas, professores e tutores, eles têm a necessidade de se sentirem acolhidos em suas colaborações, de perceber que suas opiniões são devidamente respeitadas por todos e discutidas por estes quando de alguma forma provocam neles discordâncias. Esse processo faz com que diminua a sensação de solidão provocada pelo ensino à distância e faz com que haja um a aproximação entre os participantes que estão distantes em diferentes espaços/ tempo. Assim, o aluno anima-se a buscar, discutir, se aprofundar nos temas de estudo, construindo colaborativamente a sua aprendizagem em conjunto com os demais participantes.

Já aos professores e tutores fica a tarefa de se tornarem os mediadores do processo de ensino-aprendizagem dos alunos. Os professores/tutores têm de estarem atentos as colaborações dos alunos, buscando incentivá-los a progredir em sua aprendizagem, desafiá-los a desconstruir pré-conceitos e a pensar o conhecimento a partir de diferentes pontos de vista. Pensar em atividades que possam auxiliar os alunos a interagirem juntos em busca de construir colaborativamente o conhecimento. Necessitam saber quais são os conhecimentos prévios advindos dos alunos para que possam organizar as suas propostas pedagógicas, visando que eles progridam ao um nível de desenvolvimento superior em termos de complexidade cognitiva.

Finalizo desta forma, apresentando, a partir do trabalho das autoras, algumas estratégias que podem ser utilizadas visando potencializar a interação e colaboração dos participantes de AVA de forma a construir colaborativamente o conhecimento: a) deixar claro e objetivo a forma como se espera que os alunos se portem no AVA, bem como nas discussões; b) o professor/tutor incentivar os alunos a partir da sua presença em toda e qualquer tarefa a ser realizada, mediando e desafiando-os a progredir; c) os alunos participarem das discussões, buscando aprofundarem-se nas discussões e construir novos conhecimentos colaborativamente; d) propiciar o uso ferramentas em que todos os participantes possam colaborar com opiniões, participar nas postagens alheias, visando sentirem-se mais próximos e interligados na construção da aprendizagem, seja ela individual ou através da relação que constroem entre si; e) deixar claro quais são os objetivos, metas e processos avaliativos que deseja alcançar com tal atividade ou tarefa.

Referências:

FAVERO, R. V. M; TAROUCO, L. M. R. Comunidades virtuais: construindo o conhecimento através da interação. Disponível em: http://www.cinted.ufrgs.br/renote/jul2008/artigos/6f_rute.pdf Acessado em: 11 de maio de 2010.

VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Organizadores: Michael Cole. Tradutores: José Cipolla Neto, Luis Silveira Menna Barreto, Solange Castro Afeche. 5ªed. São Paulo: Martins Fontes, 1994.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Olá colegas!!!

Olá colegas queridos!! Tudo bem com vocês pessoal? Espero que sim...

Bom pessoal, encontrei no you tube um vídeo chamado de Tecnologia e Educação, muito legal produzido pelos alunos da UNILASALLE, o vídeo é mais uma das possibilidades de refletirmos sobre a importância, e principalmente a influência, da tecnologia no campo educacional. As principais questões abordadas no vídeo podem ser resumidas nas palavras dos autores Piccolo e Lopes quando falam sobre a importância do professor se envolver com a tecnologia sem ter medo de ser substituído por ela, bem como sobre a importância dele repensar sua prática ao inserir a tecnologia, conforme podemos verificar:

" Diante dessa nova situação, é importante que o professor possa refletir sobre essa nova realidade, repensar sua prática e construir novas formas de ação que permitam não só lidar, com essa nova realidade, com também construí-la." (LOPES, s/d, p. 2)

"Sendo assim, é errônea a posição de que a informática substituirá a atividade docente, muito pelo contrário, pois ela precisa extamente dessa orientação para fazer com que as crianças retirem do computador as melhores informações possíveis." (PICOLLO, s/d, p. 3)

Bom amigos, fica o convite para discutirmos e pensarmos juntos sobre estas questões.. acredito que nós aqui no curso já optamos pelo caminho rumo a tecnologia aplicada à educação não é?

Boa noite a todos e a todas, abraços Talita

P.S: pessoal, por favor, digitem o nome do vídeo no you tube, pois não consegui baixar.


Referências:

Vídeo Tecnologia e Educação. Disponível em: www.youtube.com Acessado em: 25 de maio de 2010.

PICOLLO, G. M. Entre ditos e mitos: a utilização da informática nas escolas e a produção do conhecimento. Disponível em: http://www.cibersociedad.net/congres2009/es/coms/entre-ditos-e-mitos-a-utilizasao-da-informatica-nas-escolas-e-a-produsao-do-conhecimento/241/ Acessado em: 25 de maio de 2010.

LOPES, J.J. A introdução da informática no ambiente escolar. Disponível em: http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.pdf Acessado em: 25 de maio de 2010.






Ainda sobre o professor ALex Primo. Encontrei este endereço do Blog do professor. Achei interessante como nossas disciplinas e suas interfaces são tratadas no Blog. Espero que gostem. Até breve, Ximena Dergam

http://www.interney.net/blogs/alexprimo/

segunda-feira, 24 de maio de 2010

TICs em nosso cotidiano

Boa noite colegas!
Gostaria que vocês observassem esse pequeno vídeo, que demonstra um pouco de nossa realidade virtual e diária pela qual passamos, seja em nossas residências ou no local de trabalho. Esse vídeo foi produzido pela Universidade de Lisboa.

A interatividade ao alcance de nossas mãos

Imagem do blog: http://gentedefe.com/pedrophn acessado em 23/maio/2010

Esta imagem nos remete ao quanto a interatividade está a cada dia tão próxima de todos nós, de acordo com Primo (2007) a interação mediada por computador, adquiriu um grande espaço na nossa sociedade, nunca se presenciou um número tão elevado de usuários da internet. Fato esse que nos leva a reflexão das repercussões que certamente acontecem nas escolas e no planejamento dos professores, para que a metologia utilizada consiga interessar o aluno atual.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

TICs na América Central

Seguindo com os trabalhados em Youtube, encontrei este que achei muito bom. Gostaria de compartilhar com meus colegas. A posturas dos estudantes é muito simpática e por certo bem crítica. Aconteceu na América Central....
http://www.youtube.com/watch?v=qP4FjESrHWM&feature=related